
Eu vivo perdendo
Do tempo, as horas
Da vida, ilusão
Da cara, a vergonha
Eu vivo ganhando
Histórias pra contar
Dívidas pra saldar
Aumento na memória
Eu vivo procurando
Razões pra existir e
Existir pra ter razões
Reflito...
Não há razão
Pra se estar vivo
Melhor então
Viver sem elas
Enlouqueço.
Se sempre perco
E às vezes ganho
Um dia posso empatar
E dar de cara com a sorte
Cruzar a minha doce loucura
Com a sua insana paz
E seguir, sem elas
Sem rumo e sem horas
Não quero mais pensar...
Eu vivo ganhando
Do tempo, saboto
Da vida, invento
Na cara, fingimento
Eu vivo perdendo
Histórias pelos ventos
Dúvidas num lamento
As memórias, esqueço
Eu vivo procurando
Razões pra não existir e
Existir sem ter razões
Dei de cara com a sorte.
Aco[ô]rdo.
Do tempo, as horas
Da vida, ilusão
Da cara, a vergonha
Eu vivo ganhando
Histórias pra contar
Dívidas pra saldar
Aumento na memória
Eu vivo procurando
Razões pra existir e
Existir pra ter razões
Reflito...
Não há razão
Pra se estar vivo
Melhor então
Viver sem elas
Enlouqueço.
Se sempre perco
E às vezes ganho
Um dia posso empatar
E dar de cara com a sorte
Cruzar a minha doce loucura
Com a sua insana paz
E seguir, sem elas
Sem rumo e sem horas
Não quero mais pensar...
Eu vivo ganhando
Do tempo, saboto
Da vida, invento
Na cara, fingimento
Eu vivo perdendo
Histórias pelos ventos
Dúvidas num lamento
As memórias, esqueço
Eu vivo procurando
Razões pra não existir e
Existir sem ter razões
Dei de cara com a sorte.
Aco[ô]rdo.
(Andrea Rodriguez)
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